Olhando para as origens: cultura de paz no Estado Inca

Entrevista com Marco Rodríguez Ruiz

Autores

  • María Cristina Puente Investigadora independiente

DOI:

https://doi.org/10.61243/calamo.25.509

Palavras-chave:

Mediação, Direito consuetudinário, Direito indígena, Resolução de conflitos

Resumo

Nesta entrevista, o Dr. Marco Rodríguez Ruiz analisa como o Estado inca desenvolveu formas de mediação e resolução pacífica de conflitos dentro de seu direito consuetudinário indígena. Com base em pesquisa histórica, ele identifica que os curacas (líderes locais) atuavam como mediadores dentro dos ayllus (comunidades indígenas), promovendo acordos, tolerância e uma cultura de paz, em vez de litígios ou punições. Rodríguez Ruiz argumenta que a conquista espanhola desmantelou esse sistema jurídico ancestral e impôs modelos estranhos às comunidades. Ele também enfatiza a necessidade de integrar o pluralismo jurídico e recuperar as práticas ancestrais de mediação no direito equatoriano contemporâneo.

Biografia do Autor

María Cristina Puente, Investigadora independiente

É advogada e mestre em Estudos Socioambientais. Prestou assessoria na formulação de políticas públicas ambientais nacionais e locais no Equador e auxiliou na elaboração de modelos de governança e marcos regulatórios para a conservação e o manejo sustentável dos recursos naturais. Possui experiência em processos de participação cidadã, facilitando consultas públicas e elaborando modelos de gestão participativa em áreas protegidas e territórios indígenas. Também é mediadora certificada e inclui em sua prática profissional a resolução alternativa de conflitos.

Referências

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Publicado

2026-07-01

Como Citar

Puente, M. C. (2026). Olhando para as origens: cultura de paz no Estado Inca: Entrevista com Marco Rodríguez Ruiz. Revista Cálamo, (25), 222–230. https://doi.org/10.61243/calamo.25.509